Todos os comentários anteriores
 
 
 
 
 


11 de janeiro 2012
Desejos (Lêda Nova)

“Neste início do ano de 2012 e em todos os demais dias, desejo para mim (e para você, se lhe apetecer) o diferente, não qualquer um... largar no armário lenço e documento... paetês e até o fetiche dos sapatos altos... Na praça arborizada pelos pombos e poetas, meio que parodiando o mestre Chico Buarque de Hollanda... e o autor literário e musical Paulo Coelho... gritar, mais do que tudo para eu não esquecer: Vou sair por aí afora até encontrar a aurora mais serena que jamais vi. Sair por aí... a vida é tão curta!... dexando passar. Festejar e me embalar em sinfonias de canção... Perder o medo, escalar e aportar no alto das montanhas... Dormir ao relento à sombra da lua cheia, exorcizando minhas imagens-fantasmas e obsoletos pesadelos mais arcaicos do que meu próprio nascimento... ser iluminada pela convicção de que todo momento é a hora de aprender e reconstruir... Ih! Igualmente quero o proibido, o irreverente e o atrevido, assim como o simples e o sofisticado... na expectativa de passar a flutuar em algum cantinho da dimensão então desconhecida do Tempo e Movimento, lá pelos Céus. E para não dizer que não falei de flores e do convencional... todos os dias de todos os anos dessa vida que passa (e vai para aonde?) tão depressa. Seja feliz! Talvez somente isto seja importante!” (DESEJOS, Lêda Nova, mensagem de Feliz 2012, 11.01.2012).
VEJA O TEXTO NA ÍNTEGRA >
05 de dezembro 2011
BAHIA

05.12.2011

Bahia
(Lêda Nova)



“Bahia! Estado de baía com h, capital Salvador, pátria de cidadãos baianos, brasileiros... Estado de graça, força, energia, alegria... Na exclamação Oxente, gente! sotaque baiano é Palavra, som... Requebro, seiva e magia, gingados, capoeira e maculelê. Deboche açucarado, picante, canto de sereia. Sensualidade, samba, carnaval, bossa-nova, paixão, axé!... Elevador Lacerda liga baixo com alto, faz de duas só uma Salvador... Velho Chico, o rio, dá vida ao sertão, de beber!... Porto Seguro, Trancoso, Arraial dos céus receberam o manjar. Tudo permitido, nada proibido, anarquistas, graças a Deus! Clima tropical... Vitória da Conquista, café especial! Glauber Rocha nasceu, Cinema Novo brotou, frio se faz de calor..." (B A H I A, Lêda Nova. Texto adaptado da poesia homônima, obra literária em processo judicial Café. A SAGA DE UM HERÓI. Arte e café! DO PLANALTO DE VITÓRIA DA CONQUISTA PARA O MUNDO, mesma autoria. Publicado no jornal “Tablóide”, Salvador, outubro de 2010).

VEJA O TEXTO DA ÍNTEGRA

08 de junho 2011
Café, o Grão de Ouro

Junho de 2011
CAFÉ, O GRÃO DE OURO (Lêda Nova)


“... Essas fusões, dentre outras, de dados de realidade com dados de fantasia imprimem subsídios mais do que relevantes para a tese de a imagem do café ser a de um herói no imaginário (inconsciente) coletivo, patrimônio universal de toda humanidade (teoria do “arquétipo”, padrão, modelo, protótipo, de C. G. Jung, psiquiatra suíço, fundador da psicologia analítica). Apesar, no entanto, da dificuldade de separar o real do fantasioso — assim como na cultura do chocolate, chá e mais ainda do vinho — fatos comprovados indicam que o café foi um dos especiais protagonistas em eventos que transformaram o desenrolar da trajetória do homem e de sua maneira de entender a vida, em todo o globo terrestre, a exemplo, entre muitos, da Revolução Francesa, Iluminismo, Independência do Brasil, criação da Bolsa de Seguros, do voto e do primeiro jornal, Revolução Feminina...” (CAFÉ, O GRÃO DE OURO, Lêda Nova, junho de 2011).
VEJA O TEXTO NA ÍNTEGRA >


Notas da autora

1. Em razão de erro material, constou na página da Revista Personnalité, no último parágrafo, o que efetivamente deveria fazer parte do antepenúltimo parágrafo.
O único recorte do livro Café. A SAGA DE UM HERÓI. Arte e café! DO PLANALTO DE VITÓRIA DA CONQUISTA PARA O MUNDO utilizado no texto é uma parte do seu epílogo, em itálico e devidamente explicitado do que consta do parêntese final.
CAFÉ, O GRÃO DE OURO é um escrito inédito, feito em especial para a Revista Personnalité.

2. Igualmente por erro material, está escrito no texto original e, por conseguinte, na página da revista, entre parêntese, a expressão “publicação proibida” quando o correto é “circulação proibida”.


CAFÉ, O GRÃO DE OURO (Lêda Nova)
Página 88 da Terceira Edição da Revista Personnalité



... No processo de transformação no interior do casulo, o intelecto se rende às sensações e, liberto dos entraves do tempo, espaço e movimento, ontem e amanhã desaparecem, bastando o aqui e o agora, haja vista o presente ser o próprio instante.
Plena e irrestrita, faz-se a unidade no mistério da dualidade... O feminino da mulher se diviniza no Cosmo, a cada parição, enquanto as estrelas compõem e executam a sinfonia da renovação: Benditas sois todas as Marias...  de vós vêm os pequeninos...  e deles é o Reino dos Céus!Na arte do belo infindável show da vida — Mãe.” (CASULO, Homenagem de Lêda Nova ao Dia das Mães).

Veja o texto na íntegra>


18 de abril — Dia Nacional do Livro Infantil no dia do aniversário de Monteiro Lobato
Fotos/Designer Milla Arielle
Editada para os telejornais da TV UESB, do meio-dia e das 20 horas

08 de janeiro 2011
T- e-s–t-a-m-e-n-t-o

“E o proibido? Quer essa palavra? Se eu fosse você, pegava sem hesitar. O proibido de pensamentos novos, mesmo que anárquicos, ações aparentemente transgressoras, mas sem dúvida inegavelmente sãs. Emoções, quem sabe inconfiáveis, sobremodo alucinantes. Sem importância se no real ou no imaginário. Proibido de linhas de poema, de pincel, argila, canção, palavra, completude, êxtase, amor. De vida... Uma vez que tenho direito de fazer o último pedido, o meu é que se torne cinza a minha matéria que estará inerte. No oceano, jogue. Não precisa velório, não quero flores nem lágrimas, não obstante muitas gotas d’água... Espane sua cabeça das paranóias habituais, me contaram que lá em Parságada não faz frio, pelo contrário, a madrepérola das conchas dispõe de um sistema de aquecimento que oferece um bem-estar harmonioso para corpo e alma. E me contaram que é somente um rodopio para o alto, ou baixo, sei lá...” (T-e-s-t-a-m-e-n-t-o, Lêda Nova).
VEJA O TEXTO NA ÍNTEGRA >



“... Mas que seja uma dor que ao final reproduza o seu anverso, o prazer. Dor e não sofrimento inútil e infértil. Dor que finalmente se refaça em alegria d’alma.... um exagero de sentimentos e emoções, bastantes para apreciar a beleza em tudo, tanto na miséria do submundo e de um míssel de guerra, quanto na coreografia dos meninos de rua e do designer que desarticula números em prol de pessoas... (TUDO DE BOM, mensagem de Natal, Lêda Nova).

Veja o texto na íntegra >

19 de dezembro 2010
Porto Encantado Seguro

“... balançando para lá e para cá, cai-não-cai, ai, depressa se sustentando... a indumentária dos homens prima pelo bem-figurado bermudão colorido, de lista, bolinha, peixinho, estrelinha, designer badaladíssimo, a despeito do cardume masculino do por-favor-me-pegue espalhar um imã atraindo atenção e olhos... e invasivas tatuagens, tudo (ou quase nada, Jesus!) seguro por uma minúscula e quase transparente sunga. Há que se convir, no entanto, que somente pela fachada não se localiza o ponto nevrálgico ou o ponto G...” (PORTO ENCANTADO SEGURO, Lêda Nova, publicado na PARTILHA DAS LETRAS, Volume 04, edição 2010, lançamento Academia Conquistense de Letras, BA, 06.12.2010).
VEJA O TEXTO NA ÍNTEGRA >



Entrevista com a escritora Lêda Nova
Produtora Executiva Jeanne Marie Rocha
Décima primeira edição da Revista Conquiste
Lançamento 17 de dezembro 2010
Fotos cedidas pelo site www.conquistefeminina.com

... Adoro questionar, investigar, buscar o porquê das coisas. É isso que me move, não gosto de nada muito certinho, organizado demais... Por quê?... Por que não ser diferente? ... Escrever e viver o processo de criação alimentam e aquecem minha alma, além de ser muito prazeroso... É composto de... digamos assim... 70% transpiração e 30% inspiração. Para qualquer trabalho de arte, seja a criação e/ou encenação de um conto, ensaio, crônica, peça teatral, livros, projetos e afins, acho necessário lançar dados reais e/ou estatísticos e somente após fazer emergir o que para mim parece vir de uma dimensão tetradimensional espaço-tempo, que sei ser minha, mas teima em ser soberana, vindo quando quer, apesar de ser somente no decurso das madrugadas (entrevista de Lêda Nova à Revista Conquiste).

Veja a entrevista na íntegra >



Gota D’água
“Do alto uma gota d’água escorre, caída da fenda do chuveiro... Alheando-se do trajeto dos demais pingos, a gota d’água circula destemida, manhosa e sorrateira. Às pressas, às claras e às cegas, à toa, alhures o bem e o mal. Faz emergir promessa de um doce embriagamento que a mucosa e o côncavo induzem experimentar... Até que a lua — bordando o avesso do sol — embala o dia, acorda e traz a noite, arrastando vapores e erupções...” (Gota D’água, crônica exclusiva para a Revista Personnalité, Lêda Nova).
Veja o texto na íntegra >

Quem é Lêda Nova?
Lêda Nova é escritora e ocupa a cadeira 23 da Academia Conquistense de Letras. Integra a Casa da Cultura e é a presidenta da República das Letras de Vitória da Conquista. Autora - dentre inúmeros outros ensaios, peças teatrais, poemas, contos e crônicas — de treze contos premiados e publicados em antologias desde o ano de 2001; do livro Conversa ao Pé do Ouvido, 2002; do romance policial A Escada de Madeira em L, segunda edição, 2007, 1º lugar na categoria livro editado do ano de 2009, Itália, Premio Assoluto 2009, Accademia Internazionale II Convívio; e também a autora de texto e primeira revisora do livro Café. A SAGA DE UM HERÓI. Arte e café! DO PLANALTO DE VITÓRIA DA CONQUISTA PARA O MUNDO, maio de 2010, com circulação proibida por processo judicial em razão de apropriação indébita de co-autoria de texto e de primeira revisão.
leda_nova@uol.com.br — www.ledanova.com


Segunda edição de Revista Personallité
Lançamento 15 de dezembro de 2010




1
2
3
4
5
6